A raposa na rosa

 

Meu alegramento é me incapaz de meu riso é de magoa de meu ser estar a uma olhada com meu luar de sempre achar uma sorte no jogo, para uma história de amor estar a apresentar sobre viver só saudade de alguém que me compreende, a esta história de encanto pela raposa que me vive nesta glória de poesia de amor para quem gostar de este género de texto. Imaginando sobre uma vida de muita amizade, estar a ler um artigo de um ser amado pela arte de muita coragem ela ser a vitoriosa neste mundo, meu sonhar com sabedoria que a raposa se sente abandonada com objetivos chegar a um amigo de amor que a raposa tem, tal como fugiram os dois!

Mas só lendo este livro de grande solução para se conhecerem e acharem um deus profundo no meu tesouro de mais aventurar sobre uma natural dica de não se perder na mais linda história de meu encanto de amar o ser em nós.

A lua e o sol na minha imaginação são seres que nos unem em momento de minha luz de compreender o meu ser igual como chama o teu encanto nas cartas que vamos concretizar alguma poesia abstrata e diversidade na aprendizagem como fácil se sentir em nova etapa da vida e novo ano de 2020, tenho o meu ser um bom homem que amo o que realizo e me projeta uma linda poesia de meu coração, indo sempre aos ensaios de música de escola vou ter a experiência para atuar neste solene dia de muita pessoa viva o que eu sinto por umas atuações na atividade da escola me dá neste ano letivo com minha simples compreensão e disponibilidade me ajude a encantar na minha lua só passei uma sombra no clarinete e soprei no sol para ouvir um sorriso meu neste sonho de muita ambição e diversão com meus melhores amigos que me permanecem na vida igual ou diferente sons dos meus instrumentos musicais tocam mesmas badaladas que eu adorei ouvir e me transmite a minha sabedoria em me ensinar e ter uma só passagem neste âmbito musical eu por mesmo ritmar no meu tambor.

Sigo os teus passos nas minhas mãos e ponho-me a saltar para abanar-me e caminhar com minha música ser transmitida pelos ouvidos e dançar com meus pensamentos que abdico um tempo de minha audaz música ia quase viajando como um pombo de amar o que fazemos para nos distrairmos como uma grande voz soa ao toque dos meus tambores na bateria, atuam de boa música e tradicionalmente são lindos os meus tons de ritmo.

A Lua e o sol na minha amiga palavra do dia do meu encanto na minha disposição ser uma vida de ser única e tem uma raposa que se encaminha no tempo de sol e lua, ia ter uma casa de maçãs e tinha lá estado os seres humanos tinham acesa uma fogueira, mais uma rosa linda saltava em primitiva para o chão.

A raposa apanhava a rosa linda do chão por achar e deu uma olhada a volta da casa de maçãs e encontrou uma caixa de maçãs, a raposa tirou uma maçã da caixa e comeu a maçã as dentadas para ir descansar na fogueira.

A raposa sentia uma solidão e ia dormir ao lado da fogueira acesa de brasa numa noite e ficar mais a rosa estava um luar novo e que tinha estado no seu sonho e encanto.

A raposa encantou-se do sonho que tinha uma luz divina como estava frio, e não tinha roupa para a raposa se vestir, tinha a fogueira acabado de apagar as brasas quentes estavam só cinzas.

A raposa e a rosa fugiram por um caminho aonde ninguém as visse e não ter nenhum ser que rodeie nesta floresta a não ter palavra de sentir a raposa tinha corrida para o caminho que a floresta tinha.

A rosa primitiva ao vento que superava para um sítio como um rio na floresta de minha imaginação uma floresta é obscura que tinha lá um moinho com algumas casinhas no rio, tinha pouca luz como um ser vivo estar a vigiar algo como caçadores.

A rosa primitiva ia a voar com ventania até ao moinho a primitiva rosa entrou por uma festa da janela, estava a janela meia aberta e a raposa encontra uma setinha na rosa deixada pousar uma alegre passagem, ela desceu um estreito passeio para ir beber água no rio que passava com força e fria a água teve de beber que tinha sede e lavou-se até sair do rio e encontrar a rosa primitiva.

FIM...                                                                                                    

Autor: Filipe Da Silva Gonçalves

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